FITOTECNIA

A importância econômica da atividade agrícola para a Região do Corredor de Exportação Norte tem sido objeto de diversas ações articuladas por parte da iniciativa privada e de instituições governamentais, que buscam consolidar o desenvolvimento regional, através de uma exploração norteada pelos princípios de desenvolvimento sustentável. O impacto da atividade extrapola a fronteira agrícola e desencadeia o desenvolvimento dos centros urbanos mais próximos, notadamente o da cidade de Balsas, que tem crescido acima da média nacional, nos últimos anos.

Pesquisas de fitotecnia são desenvolvidas com as principais culturas da região, sendo que a tecnologia gerada pela FAPCEN dá apoio aos produtores, no incremento da produtividade das culturas associadas à soja, racionalizando dessa forma os sistemas de produção e diminuindo o impacto das ações no meio ambiente.

Ensaios com cultura da Soja

Ensaios com cultura do Milho

Ensaios com cultura do Arroz

Campo Experimental Fazenda Sol Nascente  

 Uma área de 101 ha , onde são desenvolvidos experimentos com soja, milho, algodão, plantio direto, coberturas do solo, alternativas para a prática da safrinha e estudos para desenvolvimento e registro de produtos químicos, com destaque para os trabalhos de melhoramento genético e multiplicação de sementes de soja do convênio com a Embrapa Soja.

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A propriedade conta com um sistema de irrigação via pivot central ( 25 ha ) e um sistema de irrigação por aspersão ( 4 ha ), para pequenas multiplicações. Além de estrutura completa para a implementação dos programas de pesquisa. Outros pontos de trabalho de ensaios demonstrativos são realizados, a cada safra, nas áreas de seus associados colaboradores com a pesquisa.

Corredor de Exportação Norte

Núcleo da atuação da FAPCEN, engloba os Estados do Maranhão, Piauí e Norte do Tocantins, com atuação no Pará, Rio Grande do Norte, Roraima, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Bahia e Minas Gerais. Considerada ainda uma fronteira agrícola, a região está em franco desenvolvimento (veja tabela 01 e 02).

Da área aberta do Estado do Maranhão, 750.000 ha , situados ao Sul do Estado, e 200.000 ha , situados na região Nordeste (Chapadinha), encontram se aptas ao cultivo empresarial de grãos, com destaque para a cultura da soja. A figura 01 mostra a evolução do cultivo da soja nos últimos 10 anos, e o aumento da produtividade em decorrência do melhor uso da tecnologia disponível. Muitas propriedades, altamente produtivas, utilizam técnicas de agricultura de precisão, com rastreamento por satélite, e aplicação de insumos comandados por computadores, instalados nos tratores, pulverizadores e colheitadeiras.(veja tabela)

O regime de chuvas favorece o cultivo de espécies anuais, em grande escala, com lavouras técnificadas, possibilitando a programação do plantio e da colheita (Figura 02). Aliado a uma topografia plana e solos de boa qualidade, a região oferece oportunidades para a expansão da produção agrícola.